e aí mely e diego disseram: almocem no C.O.M.E. (comida original muy enternacional. sim, com  e mesmo). e fomos. e, sério, genial. é um pequeno restaurante de comida japonesa caseira que fica no bairro de roma sur (coahuila, 169), delicioso e muito barato. eu e marcela gastamos uns 15 reais cada um pelo prato do dia, que vinha com chá gelado, sopa de entrada, três tipos de pescados a escolher, arroz e uma sobremesa. vai ser difícil voltar ao japesca depois de conhecer o C.O.M.E.. e aí mely e diego disseram: almocem no C.O.M.E. (comida original muy enternacional. sim, com  e mesmo). e fomos. e, sério, genial. é um pequeno restaurante de comida japonesa caseira que fica no bairro de roma sur (coahuila, 169), delicioso e muito barato. eu e marcela gastamos uns 15 reais cada um pelo prato do dia, que vinha com chá gelado, sopa de entrada, três tipos de pescados a escolher, arroz e uma sobremesa. vai ser difícil voltar ao japesca depois de conhecer o C.O.M.E.. e aí mely e diego disseram: almocem no C.O.M.E. (comida original muy enternacional. sim, com  e mesmo). e fomos. e, sério, genial. é um pequeno restaurante de comida japonesa caseira que fica no bairro de roma sur (coahuila, 169), delicioso e muito barato. eu e marcela gastamos uns 15 reais cada um pelo prato do dia, que vinha com chá gelado, sopa de entrada, três tipos de pescados a escolher, arroz e uma sobremesa. vai ser difícil voltar ao japesca depois de conhecer o C.O.M.E.. e aí mely e diego disseram: almocem no C.O.M.E. (comida original muy enternacional. sim, com  e mesmo). e fomos. e, sério, genial. é um pequeno restaurante de comida japonesa caseira que fica no bairro de roma sur (coahuila, 169), delicioso e muito barato. eu e marcela gastamos uns 15 reais cada um pelo prato do dia, que vinha com chá gelado, sopa de entrada, três tipos de pescados a escolher, arroz e uma sobremesa. vai ser difícil voltar ao japesca depois de conhecer o C.O.M.E.. e aí mely e diego disseram: almocem no C.O.M.E. (comida original muy enternacional. sim, com  e mesmo). e fomos. e, sério, genial. é um pequeno restaurante de comida japonesa caseira que fica no bairro de roma sur (coahuila, 169), delicioso e muito barato. eu e marcela gastamos uns 15 reais cada um pelo prato do dia, que vinha com chá gelado, sopa de entrada, três tipos de pescados a escolher, arroz e uma sobremesa. vai ser difícil voltar ao japesca depois de conhecer o C.O.M.E..

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Hermanos

por Marcela

quando atacamos o táxi do Carlos, não sabíamos que o trecho da praia ao centro era tabelado (70 pesos), achávamos que dava pra negociar e conseguimos por 60. por aceitar o valor abaixo da tabela, Carlos ouviu queixas dos colegas antes de embarcarmos e nos explicou a situação, dizendo que, para ele, o dinheiro não era o mais importante.

perguntou de onde a gente era e, ao ouvir que somos brasileiros, disse que nos considera como irmãos. “es diferente con los de los Estados Unidos.”

porque o papa estava no Brasil por aqueles dias, nos perguntou se éramos católicos ou se tínhamos alguma outra religião. ao ouvir que não, pareceu meio surpreso e começou a falar das suas crenças. disse que também não acredita em um único deus, que acredita no ser humano, na natureza, em algo maior, mas que não é representado pelo papa ou outra instituição. falou de energias boas e ruins e citou Carl Jung para falar de como espiritualidade e ciência podem andar juntas. falava de um livro específico do Jung cuja leitura mudou sua vida - no painel do carro, outro clássico à espera de um tempinho livre para ler, Dom Quixote.

"tienen hijos ustedes?", nos perguntou.

"todavia no."

"hay que limpiar sus almas antes de tener hijos. si no, todo el pecado que tienen pasan a ellos."

Carlos não falava do pecado sob a ótica católica, mas sob a lógica do cotidiano, dos pequenos ou grandes males que podemos fazer às pessoas. disse que para limpar a alma é preciso fazer o bem. 

"gracias, Carlos. creo que ayudaste a limpiar nuestras almas. vamos seguir limpiando aquí en las águas del caribe :)"

me sorriu de volta, pediu desculpas caso tenha nos perturbado com a conversa e nos desejou uma boa estada por aqui.

não tem como estar melhor, Carlos, meu irmão.

artista panamenho rubén blades que conhecemos durante o tour por sian ka’an, dica do nosso guia Miguel

Sian Ka’an

por Marcela

Ontem conhecemos mais um lugar incrível: Sian Ka’an. É um parque nacional, uma reserva da biosfera cujo nome significa “presente do céu”. É um day tour que contratamos na Mexico Kan Tours, agência de Tulum que recomendamos muito, são super profissionais e ecologicamente responsáveis, além dos dois guias serem super gente boa - fizemos também outro passeio sensacional por um cenote. O tour a Sia Ka’an custa 135 dólares por pessoa, inclui a entrada no parque, um almoço, e o passeio de lancha que faz paradas em uma piscina natural para banho, outra próximo a um recife para fazer snorkel e outras mais para ver golfinhos, tartarugas e aves. Não é barato - especialmente pra quem ganha em reais -, mas, sério, vale muito a pena. A reserva fica a uns 50 km de Tulum, mas a estrada é tão ruim que levamos quase três horas pra chegar lá e outras três pra voltar. Mas, de novo, vale muito a pena.

solidão paradisíaca. zona arqueológica de tulum

“MA-YO-NE-SA ella me bate como haciendo mayonesa”
— Em uma rádio, no táxi em Tulum, México

Oaxaca’s to do list

por Marcela

Ficamos 3 noites em Oaxaca, mais do que precisaríamos no fim, mas achávamos que não daria tempo pra tudo e já tínhamos o albergue reservado e a passagem de Oaxaca-Ciudad del Carmen comprada. O centro histórico é muito bonito, organizado e limpo. Bastante seguro também, apesar de que tanta polícia – ainda mais armada como esta – às vezes dá mais medo do que sensação de segurança. Abaixo as recomendações de Mely e seus amigos e nossas impressões.

Hierve el agua - checked

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O lugar é incrível de tão lindo, mas a água não ferve mais, estava fria e eu só molhei as canelas. Moreno mergulhou. O tour era um pacote fechado (150 pesos, como 30 reais, muito barato) e incluía uma parada na árvore del Tule, numa fábrica de mezcal (provamos uns 7 tipos e compramos algumas garrafas),  e noutra de tapetes – aprendemos de onde vem as cores com que pintam os tapetes, todas naturais de plantas, sementes e de um inseto que vive nos cactus; os tapetes maiores levam até 5 semanas para ficarem prontos, tudo a mão.

A parada na árvore vale um comentário à parte. A tal árvore tem mais de 40 metros de circunferência e mais outros 40 e tantos de altura. Dizem que tem mais de 2 mil anos. Mas o mais interessante são as crianças que recebem os turistas. São miniguias que nos mostram os desenhos formados por troncos, galhos e raízes. La cara de la bruja, el elefantito dormiendo, la virgen de guadalupe. Tudo bem decoradinho.

A minha guia se chamava Teresa de Jesus. La propina es voluntaria, me disse ela no início do nosso minitour em volta da árvore. Fiz várias perguntas pra ela, mas pouco me respondeu, estava mais preocupada em não errar seu discurso. Favor de acompañarme. 

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E o mais legal: para apontar os desenhos enquanto falam, os niños usam pequenos espelhos e aproveitam o reflexo do sol para direcionar a luz para a árvore. Fiquei pensando como fazem nos dias nublados…

Chapulines - checked

Saca o Chapolin Colorado? A fantasia é de um gafanhoto, se tu ainda não tinha percebido. Portanto, chapulines são gafanhotos. E os oaxaqueños comem eles fritinhos. Com pimenta. Eu comi só um (com pimenta, pro meu azar) pra cumprir o desafio. Fechei os olhos, não pensei duas vezes e glup! Argh… Sem fotos, vocês terão de acreditar na minha palavra. Moreno comeu uns 2, acho (“3, tá?”, me disse ele agora). Sem chili. E fez a foto.

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Tamales - checked

Provei um no Mercado 20 de noviembre. Trata-se de mole negro con pollo en oja de plátano. Ou seja, frango com CHOCOLATE enrolado em folha de bananeira. É bom, mas minha expectativa era maior (sim, sou como Joey provando a receita errada da Rachel “jam? good. meat? good.”). Tipo, eles comem chocolate com carne e ficam impressionados quando contamos que comemos abacate com açúcar.

Café de olla - checked

Tomamos também no mercado, mas nos pareceu meio aguado… É um café servido numa cumbuca de barro e adoçado com piloncillo, que entendemos ser algo como um puxa-puxa ou uma rapadura.

Tlayudas de los libres – failed

A comilança dos dias anteriores não nos permitiu provar a iguaria recomendada por Diego,  cunhado de Mely. Mas há tlayudas em outros lugares, ainda temos tempo.

Alebrijes – failed

São animaizinhos coloridos muito lindos, feitos a mão. Não achamos coalas, então não compramos nenhum. Tinha até unicórnio, mas nada dos marsupiais fofos. 

24 horas em Ciudad del Carmen
chegamos no hotel City Express umas 11h da manhã. tínhamos reserva, mas o check in era a partir das 15h! a boa notícia foi que a gente pode ficar na piscina. também demos uma volta na praia. estava bem vazia, à exceção de um grupo que parecia de norte-americanos jogando basquete - a estrutura de esportes e lazer é bem boa. e a água é inacreditavelmente morna!
finalmente quando subimos ao quarto, pedimos dois hambúrgueres + água de jamaica (o hotel é como um ibis, não tem serviço de quarto, mas é possível pedir tele), tomamos um banho e desmaiamos. levantamos às 20h e pouco e fomos dar uma volta na orla; fazia 30 graus. não sabemos como é o resto da cidade, mas a maior diversão que a praia norte oferece é o parquinho e uma feira que vende de milho a cds e roupas e uns bares na orla, com muitas bebidas e alguns com suas próprias pistas de dança - destaque para o texas bar que oferece touro mecânico.
de resto, é bom saber que os táxis são baratos, mas fazem mais de uma viagem ao mesmo tempo, ou seja, pode ser que parem no meio da tua corrida para que mais gente embarque. 24 horas em Ciudad del Carmen
chegamos no hotel City Express umas 11h da manhã. tínhamos reserva, mas o check in era a partir das 15h! a boa notícia foi que a gente pode ficar na piscina. também demos uma volta na praia. estava bem vazia, à exceção de um grupo que parecia de norte-americanos jogando basquete - a estrutura de esportes e lazer é bem boa. e a água é inacreditavelmente morna!
finalmente quando subimos ao quarto, pedimos dois hambúrgueres + água de jamaica (o hotel é como um ibis, não tem serviço de quarto, mas é possível pedir tele), tomamos um banho e desmaiamos. levantamos às 20h e pouco e fomos dar uma volta na orla; fazia 30 graus. não sabemos como é o resto da cidade, mas a maior diversão que a praia norte oferece é o parquinho e uma feira que vende de milho a cds e roupas e uns bares na orla, com muitas bebidas e alguns com suas próprias pistas de dança - destaque para o texas bar que oferece touro mecânico.
de resto, é bom saber que os táxis são baratos, mas fazem mais de uma viagem ao mesmo tempo, ou seja, pode ser que parem no meio da tua corrida para que mais gente embarque. 24 horas em Ciudad del Carmen
chegamos no hotel City Express umas 11h da manhã. tínhamos reserva, mas o check in era a partir das 15h! a boa notícia foi que a gente pode ficar na piscina. também demos uma volta na praia. estava bem vazia, à exceção de um grupo que parecia de norte-americanos jogando basquete - a estrutura de esportes e lazer é bem boa. e a água é inacreditavelmente morna!
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de resto, é bom saber que os táxis são baratos, mas fazem mais de uma viagem ao mesmo tempo, ou seja, pode ser que parem no meio da tua corrida para que mais gente embarque.

24 horas em Ciudad del Carmen

chegamos no hotel City Express umas 11h da manhã. tínhamos reserva, mas o check in era a partir das 15h! a boa notícia foi que a gente pode ficar na piscina. também demos uma volta na praia. estava bem vazia, à exceção de um grupo que parecia de norte-americanos jogando basquete - a estrutura de esportes e lazer é bem boa. e a água é inacreditavelmente morna!

finalmente quando subimos ao quarto, pedimos dois hambúrgueres + água de jamaica (o hotel é como um ibis, não tem serviço de quarto, mas é possível pedir tele), tomamos um banho e desmaiamos. levantamos às 20h e pouco e fomos dar uma volta na orla; fazia 30 graus. não sabemos como é o resto da cidade, mas a maior diversão que a praia norte oferece é o parquinho e uma feira que vende de milho a cds e roupas e uns bares na orla, com muitas bebidas e alguns com suas próprias pistas de dança - destaque para o texas bar que oferece touro mecânico.

de resto, é bom saber que os táxis são baratos, mas fazem mais de uma viagem ao mesmo tempo, ou seja, pode ser que parem no meio da tua corrida para que mais gente embarque.

15 horas de viagem e quase 1.000 quilômetros depois, chegamos a ciudad del carmen. acima, o mapa do percurso e um antes e depois da empreitada.

não bastasse nossas poltronas serem a últimas, do lado do banheiro, motora conseguiu deixar a jornada ainda mais HOMÉRICA quando escolheu o caminho mais longo possível, quase voltando pra cidade do méxico antes de GUINAR pra direita rumo à península de yucatán.

a cidade não parece lá essas coisas, mas beleza, faz mais de 30 graus e a água do golfo do méxico é morninha. amanhã seguimos para mérida, grande URBE da região.

Melhor café de Oaxaca: Café Brújula

Moreno tomou o melhor espresso da viagem; já eu tomei um chocofrio deslactosado que não passa de um nescau aguado, mas tudo bem, o que vale é o café. Compramos um saquinho de chá oriental tri cheiroso e meio quilo do café moído forte da casa, o Darth Roasted, que também cheira superbem. Mais uns cards como os da foto.